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Em 20 anos, frota de motos cresce 5 vezes em SP

Motocicletas já representam quase 20% dos veículos registrados no Estado

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Agência Infomoto
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O ano de 1997 foi repleto de fatos marcantes no Brasil e no mundo. O filme “Titanic” chegava às telas dos cinemas; o primeiro game da série “Gran Turismo” estreava no Playstation; e nascia a famosa ovelha Dolly. Naquele ano, também foi criado o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que entrou em vigor em janeiro de 1998. 

À época, a frota do Estado de São Paulo era de 11.197.440 veículos. Desse total, pouco menos de 10%, ou exatas 1.174.069 eram motos. Hoje, duas décadas depois, o número de veículos emplacados quase triplicou, chegando a 29.164.426, enquanto o número de motos aumentou cinco vezes. Ao final de 2017 havia 5.597.743 motocicletas emplacadas no Estado de São Paulo. A participação das motos também cresceu. Elas representam hoje quase 20% da frota paulista.

Os números, divulgados pelo Detran de São Paulo, mostram que as motos ganharam espaço também na capital paulista. Na cidade São Paulo, havia 321.324 motos em uma frota total de 4.735.229, ou seja 6%. Isso significa que a cada 100 veículos que rodavam na capital apenas seis eram motos. 

Em 2017, esse número mais que dobrou. Enquanto a frota de veículos na cidade aumentou para 8.603.239, as motos saltaram para 1.159.627, chegando a 13,5% de participação e, a cada 100 veículos nas ruas paulistanas, quase quatorze tem apenas duas rodas. 

NOVOS MODELOS

O aumento do número de concessionárias e dos modelos de motos ofertados ajudou o crescimento do setor de duas rodas em São Paulo e também no Brasil. Para se ter uma ideia, em 1997, havia somente três marcas fabricando motos no País: Brandy, Honda e Yamaha. Somadas, as três ofereciam 30 modelos ao consumidor e produziram 426.547 unidades naquele ano.

Em 2017, as dez fábricas de motos instaladas no Brasil produziram 882.876 unidades divididas em 178 modelos. Embora maior do que há 20 anos, o número de produção já foi bem superior: o setor atingiu seu recorde com exatas 2.136.891 unidades em 2011. 

CRÉDITO E USO PROFISSIONAL

Segundo a Abraciclo, entidade que reúne os fabricantes de motocicletas, na primeira metade da década de 2000 houve maior oferta e menos seletividade na concessão de crédito para a população das classes socioeconômicas C, D e E, estimulando e facilitando a compra.

De lá para cá, as crises financeira e política prejudicaram a venda de motocicletas. O desemprego e a restrição de crédito são apontados como os responsáveis pela queda na venda e na produção.

Mas, além de um meio de locomoção, a moto passou a ter papel fundamental como ferramenta de trabalho. Hoje, existem 220 mil motoboys na cidade de São Paulo – e chega a meio milhão no Estado, de acordo com o sindicato da categoria, Sindimoto.SP. Em 1997, estima-se que havia apenas 80 mil motociclistas profissionais na capital paulista. 

Os profissionais da moto não carregam apenas documentos no Estado de São Paulo. A motocicleta transporta também passageiros, suprindo a deficiência do transporte público nessas regiões. Em cidades do interior e do litoral, os mototáxis são muito comuns e indispensáveis para a população.

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